O Smarth Growth em uma operação urbana consorciada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.61681/revistasimetria.v1i16.240

Palavras-chave:

planejamento urbano, mudanças climáticas, transportes, sustentabilidade, uso misto do solo

Resumo

Visando mitigar as emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade de vida nas cidades, este artigo apresenta alternativas urbanísticas ao crescimento horizontal de baixa densidade e a priorização da infraestrutura rodoviária. À medida que o processo de mudanças climáticas se intensifica, torna-se cada vez mais urgente a adoção de uma nova agenda urbanística baseada na compactação urbana, no Desenvolvimento Orientado ao Transporte e no incentivo ao uso misto, como propõem diversos movimentos em defesa do New Urbanism e do Smart Growth ao redor do globo. Do estudo de caso da Operação Urbana Consorciada Água Espraiada em São Paulo, propõe-se que a legislação urbanística adote essa agenda, possibilitando aos cidadãos paulistanos um estilo de vida mais sustentável.

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Biografia do Autor

Leonardo Milano, PEC POLI USP

Jornalista pela Escola de Comunicações e Artes da USP, Especialista em Planejamento e Gestão de Cidades pelo Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP. Especialista em Public Affairs em Ágora Public Affairs.

Renata Marè, Escola Politécnica da USP

Engenheira Civil pela Escola de Engenharia Mauá, Doutora em Engenharia de Computação pela Escola Politécnica da USP. Professora Convidada no Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP.

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Publicado

26/12/2025

Como Citar

MILANO, L. R., & MARÈ, R. (2025). O Smarth Growth em uma operação urbana consorciada. Revista Simetria Do Tribunal De Contas Do Município De São Paulo, 1(16), 204–225. https://doi.org/10.61681/revistasimetria.v1i16.240

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